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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Eu sou a poesia!

Os versos se juntam em sincronia,
formando em ritmo o mesmo tom,
tão leve e tão louca poesia,
minha alegria, meu alegre dom.


Nas rimas materializo meus delírios,
meus sorrisos e minhas tristezas,
vivo a loucura de um maltrapilho,
vivo também a incerteza da riqueza.

Sentimentos se misturam em meus versos,
em meus gestos e meus pensamentos,
na minha rima eu reflito meu sucesso,
meus sonhos e meus sofrimentos.

Sou poeta por desabafo,
por necessidade,
não faço rimas por status,
muito menos por vaidade.

Faço rima para me libertar,
e compartilhar minhas utopias,
escrevo lágrimas quando quero chorar,
escrevo sorrisos quando tenho alegria.

Faça do meu verso companheiro,
faço da minha rima o dia-a-dia,
sou artista da vida aventureiro,
eu sou maloqueiro, eu sou Poesia!

segunda-feira, 23 de julho de 2012

De Volta á Ativa !

De volta á ativa,
poeta da madrugada,
contestador de um poder,
que devasta a pátria amada!

Sem limite, sem censura,
minha rima é exalada,
tentando melhorar a vida
de quem não tem quase nada.

O crime nas ruas rege as leis,
e veste as fardas,
e vendem pro povo,
um mentiroso conto de fadas.

Onde a bela adormecida é conhecida por justiça,
e os homens do poder falam tão bem em entrevistas,
Conto de fadas de Pinóquios de cara e nariz de pau,
sai Fernando entra Fernando nada muda é tudo igual!

Época de eleição,
dramaturgia na televisão,
discurso que prioriza a reforma da educação,
Que situação, ninguém se lembra mais do mensalão,
do dólar na cueca, cadê a honra da nação.

Enquanto isso o crime oferece a oportunidade que o menino nunca teria,
de poder ganhar dinheiro da sua própria correria,
nessa caminhos jovens perdem numa sociedade ainda mais perdida,
onde o  maior medo não é o bandido e sim a policia.

Justiça, sumida cansei de te esperar,
Justiça bandida, você tem como explicar,
por que a balança pesa mais para o lado de cá?