Quero transformar seus sonhos reais, seus desejos em conquistas e suas dúvidas em certezas, quero transformar o seu medo em conforto, a sua lágrima em sorriso, a sua dor em alívio. Quero poder lhe tirar um sorriso, quero poder lhe proporcionar suspiros e sensações como nunca viu. Quero poder modelar seu corpo no meu, realizar teus sonhos, compartilhar segredos, te proteger pra sempre e enfrentar seus medos. quero todo dia te fazer sorrir, e ouvir da tua boca que não vive sem mim.
Talvez precisa-se dizer quem sou,Talvez precisa-se me conhecer,talvez precisa-se dizer verdades,Talvez minha verdade era escrever,na Vida sempre coberta de Talvez,eu tento fazer aquilo que quase ninguem fez,transformar sentimentos em versos,a dor em inspiração,sem temer os desvaneios do meu Coração. Viajando num mar de poesias e pensamentos , tentando penetrar em cada partícula de minha alma, para enfim poder encontrar a paz interior que sempre procurei !
segunda-feira, 23 de abril de 2012
O Maestro...
Por tantos momentos que vivi, por tantos sonhos que sonhei, por tantos lugares que conheci, por tantas lagrimas que derramei, por cada gesto, por cada angústia, por cada medo e cada anseio, por cada nota na nossa musica em ritmo de festa ou de desespero. O Maestro regendo a orquestra da vida, fazendo a sua sinfonia, traçando vidas e os destinos, trazendo tristezas e alegrias e em sinfonia criando os caminhos. Ó grande compositor da vida, me faça no seu disco uma música de amor, pela qual sempre tem final feliz, e pela qual sempre se dá mais valor, me faça conter o mais alegre refrão, onde se despeja toda a emoção, por tudo aquilo que eu já vivi, por tudo que um dia sonhei, com maestria traga para mim, os versos e rimas que imaginei, por tudo o que já sofri, já chegou a minha hora, pois com a dor eu aprendi, só quero ser feliz agora.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Sexta-Feira 13...
Gargalhadas ecoam no ar, entre a luz do luar se visualiza a roseira, pessoas movimentar o bar, é loucura pra lá e pra cá, enfim é sexta feira.
É hora de se libertar, deixar as coisas pra lá, não pensar em canseira, pois assim que essa sexta acabar só quero me preocupar com a dor de cabeça, causada curiosamente pela tal bebedeira, mas enfim que besteira, hoje é sexta feira. Dia de extravasar, de pular de zuar e de se divertir, bom hoje é sexta feira, se jogar na zueira, é dia de ser feliz. Pois como viciado em pensar começo a raciocinar com uma certa ironia, se na vida queremos ganhar, dia de felicidade não deve ser todo dia?
A vida em poesia.
A minha vida é poema, serena e intensa, um misto de sensações, minha vida é poema de amor, de dor e lamentações, minha vida é um livro de rimas e críticas duras ao sistema, minha vida é literatura, loucura e fuga de vários problemas.
Que vida tão boa e tão curta que assusta com sua rapidez, que vida tão suja e confusa cercada de estupidez, vida tão incerta, cheia de talvez, mas talvez se não houvessem perguntas, minhas rimas teriam escassez.
As perguntas me levam a locais que jamais imaginei, me levam para a percepção de minha pequenez, me levam a pensar na vida e o que ela me fez. Paro e tento observar tudo em uma tela, formada por minha imaginação, vejo que a vida não me fez pois fui eu que fiz ela, de acordo com a minha emoção.
O tempo passa, não para, não permite descanso. e eu vou vivendo poesia, sempre todos os dias, vivo a vida rimando, que culpa tenho se o amor rima com dor, se felicidade rima com saudade, se beleza rima com tristeza, que culpa eu tenho se os opostos se atraem e na rima não é diferente, que culpa eu tenho se a rima sai, sem nem mesmo avisar daqui da minha mente. Mas por incrível utopia, é muito mais leve a vida em poesia, pois as rimas com toques suaves, sem dor nem entraves, amenizam a dor e resplandecem alegria.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Velhos Tempos...
Os pés estão pelo chão de terra coberto por pedras, enquanto uma coisa rola redonda, tirando sua atenção, menino pobre e sonhador, que sonha ser uma estrela, como aquele jogador que vestia a 10 do seu time de coração, sonhava em atuar nos meçhores gramados, e as histórias dos campos de terra serem apenas lembranças do passado, sonhava poder dar uma mansão para a familia, sonhava que a bola fosse sua companheira sua amiga, corria pra lá e pra cá, na esperança de se tornar idolo, de marcar gols decisivos, vivia tendo imaginação de gols importantes, momentos marcantes, pobre imaginação de criança, que hoje se sufoca em um terno e gravata, e realmente o campo de terra ele já não vê mais, só vive na selva, na selva de asfalto, encarando a dura correria de gente grande, assim como ele corria na sua infância de sonhador, enfrenta os zagueiros do dia-a-dia, e vira mexe encara uma decisão, comemora vitórias e lamenta derrotas, o garoto descalço cresceu, e sua bola agora é apenas distração nos finais de semana.
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