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domingo, 24 de julho de 2011

Soneto do Talvez...

Talvez não dê tempo de dizer todas as palavras
De desvendar todos os segredos,
de se cumprir todas as etapas
e de realizar todos os desejos.

Talvez não exista um talvez,
um depois,uma nova chance,
Talvez tudo aquilo se desfez,
e aquilo que me refez, talvez um dia me desmanche.

A cada dia uma nova duvida,
a cada minuto uma nova ação,
a cada resposta uma nova pergunta,
e a vida segue nessa indefinição.

E agora o que nos resta ?
o que me deixaria seguro ?
sigo vivendo cada segundo e sem pressa,
sem me iludir com o futuro.

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