A minha vida é poema, serena e intensa, um misto de sensações, minha vida é poema de amor, de dor e lamentações, minha vida é um livro de rimas e críticas duras ao sistema, minha vida é literatura, loucura e fuga de vários problemas.
Que vida tão boa e tão curta que assusta com sua rapidez, que vida tão suja e confusa cercada de estupidez, vida tão incerta, cheia de talvez, mas talvez se não houvessem perguntas, minhas rimas teriam escassez.
As perguntas me levam a locais que jamais imaginei, me levam para a percepção de minha pequenez, me levam a pensar na vida e o que ela me fez. Paro e tento observar tudo em uma tela, formada por minha imaginação, vejo que a vida não me fez pois fui eu que fiz ela, de acordo com a minha emoção.
O tempo passa, não para, não permite descanso. e eu vou vivendo poesia, sempre todos os dias, vivo a vida rimando, que culpa tenho se o amor rima com dor, se felicidade rima com saudade, se beleza rima com tristeza, que culpa eu tenho se os opostos se atraem e na rima não é diferente, que culpa eu tenho se a rima sai, sem nem mesmo avisar daqui da minha mente. Mas por incrível utopia, é muito mais leve a vida em poesia, pois as rimas com toques suaves, sem dor nem entraves, amenizam a dor e resplandecem alegria.
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